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 Fan - Fiction Assassin's Creed: China. - Prólogo.

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Kenway
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MensagemAssunto: Fan - Fiction Assassin's Creed: China. - Prólogo.    13/3/2013, 1:09 am

Prólogo

''Há muito tempo, eu terminei minha batalha contra os Borgia, lembro-me de atirar Cesare contra a torre, e presenciar a morte de Rodrigo, mas no entanto, eu preciso seguir em frente, estou partindo para China para libertar as pessoas da opressão do imperador chinês Salán Hábinn, na cidade de Xangai. Leonardo da Vinci me ofereceu um navio, então estou partindo de Roma, minha querida irmã, Claudia''.


(primeiro capítulo sai hoje)

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Etezinho
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MensagemAssunto: Re: Fan - Fiction Assassin's Creed: China. - Prólogo.    13/3/2013, 1:17 am

Continua flower

_________________
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Kenway
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MensagemAssunto: Re: Fan - Fiction Assassin's Creed: China. - Prólogo.    13/3/2013, 2:07 am

Capítulo 1

''Estou em alto mar, a tripulação é agradável e eu acho que não terei nenhum problema, fui em meu depósito do navio e tirei o traje de assassino, gostaria de aproveitar a vista marítima, equipado sempre com a minha lamina oculta, subi o convés e fui falar com o capitão
- Bom dia, senhor. - falei
- Bom dia, Ezio! Se cansou de matar pessoas e está virando um pirata?
Mas como ele sabe? Pelo que eu saiba, o capitão do navio é português, não sabia que essas notícias chegariam a Europa.
- Não, e sinceramente esses são assuntos particulares, senhor. - respondi.
- Claro, claro - riu o capitão- Me diga, está gostando do Áquila?
- O que?
- É o nome do navio! Espero que, futuramente ele ainda seja usado por outras pessoas, já imaginou? Daqui a 200 anos, esse navio ainda navegando pelos mares...
Apenas dei um sorriso, embora a estrutura do navio pudesse talvez aguentar tanto tempo. O capitão parecia ser um homem interessante, então gostaria de conversar com ele.
- E foi por aqui que passaram Pedro Álvares Cabral, há 6 anos.
- Perdão? - Perguntei.
- Assuntos de Portugal, enquanto navegavam, eles descobriram um enorme pedaço de terra, eles denominaram América. Na verdade, Pedro Álvares Cabral não chegou na america, e sim em um local bem estranho, com índigenas e até no momento, o rei não deu muita importância.
Quando o capitão falou isso, gelei. O primo de Cristina se chamava Américo e era marinheiro, seria possível...?
- Por acaso quem chegou a América se chama Américo Vespucci?
- Sim! Como você sabe?
- Apenas... intuição.


1 ano depois...

Finalmente chegamos em Xangai, peguei minha espada e equipamentos e sai do navio. O clima de lá era horrível, casas destruidas e pessoas sendo mal tratadas. Lá, eu vi seis guardas ameaçando um homem com seus 2 filhos e esposa. Eles diziam que não estavam pagando ao imperador, me aproximei para ouvir.

- Senhores, não tenho dinheiro nem para sustentar minha família! Eu irei arranjar o dinheiro, eu juro, me dê mais tempo, senhores...
- Cale sua boca! - gritou um dos guardas, o que tinha a melhor armadura, pelo visto. - Você e sua família, se não pagarem agora iremos te matar, e depois pegar seus filhos. Sua esposa? Ah, sim... Nós iremos dar o melhor tratamento para ela, e nisso, ele deu um tapa nela e arrancou uma parte de sua roupa.
- Seu desgraçado! - o homem se descontrolou, e deu um empurrão no guarda fazendo o cair no chão. -
O guarda, se levantando, não hesitou e perfurou a garganta do homem sem piedado, logo após, sacou uma arma e atirou no filho. Ele fez sinal para os outros dois guardas levarem a sua esposa. Só restava um filho, que o guarda já estava preparando para atirar, enquanto os outros guardas se divertiam olhando a cena, carregando a mulher.
Eu não podia mas ver aquilo, segundos antes dele atirar, eu corri e empurrei o menino para longe.
- Obrigado, senhor...
- FUJA!
No mesmo estante, virei e deslizei minha lamina oculta sobre a garganta do guarda, em seguida, saquei a adaga e perfurei o pescoço de outro guarda, restavam 4. Então ocorreu o inesperado, eles chamaram ajuda e antes de eu perceber, já tinham dado um tiro na minha perna, e logo depois bateram com o cabo da espada na minha cabeça.

...

- Ele está morto? - Disseram um dos guardas
- Com certeza. Deixe o corpo aí, para os outros verem. - Respondeu um outro.
Eu tentei me levantar e matar eles, não podia deixar levarem aquela mulher, mas eu não consegui me levantar, então desmaiei.

...

Quando levantei, estava em uma cabana, uma mulher, com outra mais jovem estavam na minha frente, cuidando de mim. Consegui me levantar e ela falou comigo.

-Você acordou! - Disse a mais velha
- Sim... Aqueles guardas foram imprudentes em não me matar, me desculpe senhora, mas tenho que salvar uma pessoa.
- Não! - Ela me segurou pelo braço, antes de eu sair da cabana.
- Você ainda está muito ferido. Descanse um pouco aqui.
- Certo. Qual o seu nome? -Perguntei
- Meu nome é Katia Yun. E esta é minha filha, que está grávida, sua filha se chamará Shao.

As duas me acolheram, mas eu não poderia ficar lá por muito tempo, no meio da noite, fugi, deixando uma carta. Logo quando saí da cabana, tinham dois guardas conversando.
- Entregue isso para Salán Habinn! Rápido! O corpo do assassino sumiu!
Estavam falando de mim, sem hesitar, esperei um dos guardas sairem (o que estava com a carta, obviamente) e matei o outro. Tinha que perseguir ele antes que entregasse a carta.

Fim

Galera, eu sei que ficou uma bosta, mas estou fazendo isso para me divertir e.e

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Edward Kenway
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MensagemAssunto: Re: Fan - Fiction Assassin's Creed: China. - Prólogo.    13/3/2013, 9:03 am

:DD

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Kenway
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MensagemAssunto: Re: Fan - Fiction Assassin's Creed: China. - Prólogo.    13/3/2013, 9:47 pm

Segunda parte

''Após matar o primeiro templário, enquanto o outro fugia com a carta, saquei minha besta e dei um tiro em suas costas, ele caiu no chão, agonizando e eu cheguei perto dele
- Você... o assassino...
Deixei ele no chão, agonizando, ele poderia ser útil mais tarde.
Vasculhei sua bolsa e encontrei a carta, ela dizia:

''Caro imperador Salan Hábinn,
Você já foi informado do assassino que chegou hoje aqui, agente pensou que o matamos, mas seu corpo sumiu, eu temo que sua vida possa estar em risco, senhor. Tome cuidado, e também nós terminamos a exploração em uma das ruínas e achamos aquele estranho pedaço de metal de forma redonda, ele emite uma luz estranha quando entra em contato com nossa pele, já enviamos um mensageiro para te entregar o artefato.''
Terminei de ler minha carta, precisava acha-lo antes que aconteca algo...
Estava me preparando para sair quando percebi que o guarda ainda estava vivo.
- VOCÊ! - agarrei ele pelo pescoço - diga-me onde está Salan, para que tenha algum mérito antes de morrer!
- Pode me matar. Você acha que sou o único soldado fiel a ele? Pode matar quantos de nós quiserem, ele sempre terá mais soldados, a maçã não é o único artefato que ele tem, ele tem a lança... está muito além de sua força, assassino.
Ele não iria mais servir para nada, então terminei com seu sofrimento.
Já estava amanhecendo, eu me escondi em uma das casas e vi pela janela uma carruagem correndo...

[CONTINUA]
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